7 – Embriões: a fantástica obra em construção! Como acontece este processo?

Você já parou para pensar que você foi ovo, embrião, feto, criança com dentinhos de leite, e agora é adulto caminhando rumo à velhice? Se você observar uma pessoa idosa, verá que ela não tem a mesma habilidade de quando era jovem ou criança e que dificilmente conseguirá jogar amarelinha como nos tempos atrás. Isso demonstra que os seres vivos estão em constante desenvolvimento. Mas o que é desenvolvimento? Como os seres se desenvolvem? Existe alguma etapa na vida dos seres vivos que eles se desenvolvem mais?
O auge do desenvolvimento pode ser o momento em que o ovócito ou o espermatócito seja capaz de questionar, tempos depois, sobre si mesmo, sobre sua origem, ou seja, o auto-reconhecimento: “Como estou aqui neste momento? Como fui originado?” 
Todo organismo humano é originado a partir da fecundação do óvulo (ovócito) pelo espermatozóide. Quais as diferenças e semelhanças existentes entre essas células? Como elas se formam? 
Muitas das transformações do desenvolvimento no organismo acontecem antes do nascimento, ou seja, na fase embrionária. É nesta fase da vida que todos os órgãos e tecidos são formados. 
O estudo do desenvolvimento do organismo animal, desde ovo até o nascimento, é realizado pela embriologia.
Vamos contar um pouco da história da embriologia? 
A embriologia começa a ter seus primeiros registros a partir do século V a.C.. A escola do filósofo Hipócrates, por volta de 460-377 a.C., desenvolveu um imenso corpo de conhecimentos e teorias anatômico-fisiológicas, constituindo a base para o ressurgimento da anatomia e da fisiologia durante a Renascença. Hipócrates aconselhava os gregos a colocar 20 ou mais ovos de galinhas para serem incubados e a cada dia, a partir do segundo, quebrar e analisar um ovo até o da eclosão (GARCIA, 1991).
Aristóteles (384-322 a.C.) foi o primeiro a explicar histórias de vida de grande número de espécies animais. Ele procurava pelas causas, o “porquê” e não se satisfazia com um simples “o que é”. Seu interesse pelos estudos da natureza se justifica pela busca de explicações racionais para a existência das “coisas”. Era, portanto, uma motivação filosófica, saber o como e por que as coisas são e como são. Em suas pesquisas com pintos e outras aves concluiu que o embrião é o resultado da mistura do sêmen e do sangue menstrual. Atualmente, Aristóteles é considerado o fundador da embriologia (GARCIA, 1991).
Aristóteles (384-322 a.C.) foi o primeiro a explicar histórias de vida de grande número de espécies animais. Ele procurava pelas causas, o “porquê” e não se satisfazia com um simples “o que é”. Seu interesse pelos estudos da natureza se justifica pela busca de explicações racionais para a existência das “coisas”. Era, portanto, uma motivação filosófica, saber o como e por que as coisas são e como são. Em suas pesquisas com pintos e outras aves concluiu que o embrião é o resultado da mistura do sêmen e do sangue menstrual. Atualmente, Aristóteles é considerado o fundador da embriologia (GARCIA, 1991).
Algumas citações no livro sagrado dos mulçumanos – Corão - demonstram que muitos pesquisadores na Idade Média se preocupavam com o desenvolvimento do organismo. Nesse livro, há relatos de que os seres humanos são resultado de uma mistura de secreções do homem e da mulher. Destacam, também, a importância do esperma para a formação de um novo ser, o qual seria fixado na mulher como uma semente (GARCIA, 1991).
A idéia considerada por muitas pessoas que o embrião só se torna humano a partir do 40º ao 42º dia após a fecundação, pode ter sido trazido do Corão, pois até este tempo, o embrião humano é muito parecido com embriões de outros animais (GARCIA, 1991).
No Renascimento, período compreendido entre os séculos XIV e XVI, na Europa, começando pela Itália, houve uma mudança na concepção dos padrões culturais. Valorizou-se o homem e suas potencialidades (teoria antropocêntrica) em detrimento à supervalorização do divino, do sagrado (teocentrismo), como ocorria na Idade Média. 
Neste período renascentista, algumas cidades italianas, como por exemplo, Gênova, Veneza e Florença, começaram a acumular muitas riquezas vindas do comércio. Os ricos comerciantes passaram a investir nas artes, isso conduziu a um aumento no desenvolvimento artístico e cultural. Por esse motivo a Itália é conhecida como o berço do Renascimento
Entre vários artistas italianos, destacamos Leonardo Da Vinci. Os interesses e conhecimentos de Da Vinci abrangiam engenharia, astronomia, matemática, história natural, música, escultura, arquitetura, pintura e anatomia. Da Vinci desenvolveu seu lado artístico muito cedo. Nos seus desenhos havia precisão científica e um grande poder imaginativo.
Como anatomista, Da Vinci deu atenção aos sistemas internos do corpo humano, e como artista preocupou-se com os detalhes externos da forma humana. Quando mulheres grávidas morriam, Da Vinci observava os bebês que ainda se encontravam no útero dessas mulheres, e a partir dessas observações fazia ilustrações tão precisas e autênticas que estaria apto a ensinar embriologia aos estudantes de hoje. Desenhou com muita precisão uma série de úteros grávidos dissecados, e membranas fetais.
Com o surgimento do microscópio, um novo mundo se abre para a Ciência. Com o auxílio das lentes microscópicas, Graaf, em 1672, observou pequenas câmaras (hoje conhecidas como blastocistos) no útero de coelhas e concluiu que deveriam ser provenientes de outro órgão – o ovário. Foi ele quem descreveu os folículos ovarianos, conhecidos hoje como folículos de Graaf, em sua homenagem.
Usando um microscópio aperfeiçoado, Hamm e Leeuwenhoek, em 1677 observaram pela primeira vez espermatozóides humanos, mas eles não compreenderam a função do espermatozóide na fertilização. Eles acreditavam que dentro do espermatozóide havia um ser humano préformado em miniatura (homúnculo). Esse conhecimento gerou tantas preocupações aos cientistas que se estabeleceram duas correntes de pensamento: as dos ovistas, ou seja, no organismo feminino havia indivíduos pré-formados; e os animanculistas, o homúnculo estava dentro do espermatozóide (MOORE, 2000).
Influenciados pelas idéias pré-formistas, matemáticos da época fizeram cálculos do tamanho dos ovários de Eva, considerada, pela Bíblia, a primeira mulher do mundo, para saberem quantas crianças pré-formadas estavam contidas neles, quando nasceria a última criança, e quando seria o fim do mundo (GARCIA, 1991).
A embriologia avançou muito com o conhecimento da teoria celular, em 1838 - 1839, por Schleiden e Schwann. A conclusão de que o organismo é composto de células e produtos celulares conduziu à compreensão de que o embrião é originado de uma única célula, denominada zigoto.
Você sabia que o zigoto (também chamado ovo) é o ponto de partida para a formação de um novo organismo por reprodução sexuada? E que após a fecundação do óvulo pelo espermatozóide, muitas transformações começam a ocorrer no ovo?
Essas transformações são o produto de sucessivas divisões mitóticas que resultam em numerosas células as quais se diferenciam para a formação dos tecidos e órgãos do ser em desenvolvimento – embrião.
O período embrionário humano vai até o final da oitava semana de gestação. É nesse período que as principais estruturas iniciam seu desenvolvimento. Somente a circulação e o coração é que funcionam nesse momento. Após esse período (8 semanas), o ser humano é denominado feto (MOORE, 2000). 
Durante o período fetal, ocorre um processo de diferenciação celular para especialização de tecidos e órgãos, possibilitando reconhecer olhos, nariz, braços e pernas.
Veja como o zigoto se desenvolve!
O desenvolvimento de um novo ser se inicia com a fertilização, ou seja, após o contato de um espermatozóide com um ovócito, que acontece, usualmente, na ampola da tuba uterina, formando o zigoto. 
Ao caminhar pela tuba uterina em direção ao útero, o zigoto sofre a clivagem (várias divisões celulares mitóticas), ficando constituído por células menores, os blastômeros. Por volta do 3º dia após a fertilização uma bola contendo 12 ou mais blastômeros, a mórula, entra no útero. Após a mórula ter atingido o útero, começa a receber fluídos uterinos, surgindo pequenos espaços cheios de líquido. Algumas células permanecem num dos pólos, formando um agrupamento em forma de botão. Esta fase é denominada blastocisto. Ao final da primeira semana, o blastocisto é introduzido no endométrio.
Durante a segunda semana do desenvolvimento embrionário, as células se organizam formando os folhetos germinativos: o ectoderma e o endoderma. O ectoderma forma o “chão” da cavidade amniótica, o endoderma constitui o teto do saco vitelino. Por volta do 13º dia de desenvolvimento inicia-se a etapa da gastrulação, levando à formação do terceiro folheto germinativo, o mesoderma. 
As células dos folhetos germinativos se dividem, migram e se agrupam para formar os diversos sistemas de órgãos. É entre a quarta e a oitava semana que os sistemas de órgãos iniciam seu desenvolvimento. Conforme os tecidos e órgãos vão se formando, a forma do embrião vai se modificando, e, a partir da oitava semana, o embrião passa a ter formato distintamente humano.
 
Que interessante! Vamos ver o que cada folheto germinativo forma?
O ectoderma forma o sistema nervoso periférico; o sistema nervoso central (encéfalo e medula espinhal); a epiderme e anexos (pêlos e unhas); o epitélio do olho, do nariz e das orelhas; as glândulas mamárias e as subcutâneas; a hipófise e o esmalte dos dentes. 
O mesoderma forma o tecido conjuntivo, ossos, músculos estriados e lisos, cartilagens, coração, vasos linfáticos e sangüíneos, rins, testículos e ovários, ductos genitais, baço, córtex das supra-renais e as membranas serosas que revestem as cavidades do corpo. 
O endoderma forma o revestimento epitelial da bexiga urinária e a maior parte da uretra, o timo, o fígado e pâncreas; o revestimento epitelial da cavidade do tímpano, do antro tímpano e da tuba auditiva; o parênquima das tonsilas, as glândulas tireóide e paratireóide; o revestimento epitelial dos tratos gastrintestinais e respiratório.
Ao final do período embrionário, todos os principais sistemas de órgãos já foram iniciados, o embrião nesse período passa a apresentar características humanas, como o coração, o fígado, os membros, ouvidos, nariz, olhos, encéfalo e somitos.
Pelo fato das estruturas externas e internas do embrião começarem a ser estabelecidas entre a quarta e a oitava semana, esse período é considerado o mais crítico do desenvolvimento do indivíduo, pois a ocorrência das anomalias congênitas acontece nessa fase.
 
Você já ouviu falar em anexos embrionários? Vamos falar um pouco sobre eles?
À medida que o embrião se desenvolve, a partir do zigoto, algumas estruturas denominadas anexos embrionários vão sendo formadas para proteger e nutrir o embrião. Essas estruturas pouco ou nada contribuem para a formação do corpo do embrião, sendo eliminadas por ocasião do parto.
Os anexos embrionários geralmente compreendem o saco vitelino, âmnio, alantóide e córion.
O saco vitelino é uma espécie de bolsa que se desenvolve a partir do endoderma, está presente em todos os vertebrados com função de armazenar alimentos para o embrião. Na espécie humana, o saco vitelino tem pouco significado, aos poucos ele vai se atrofiando e se incorporando ao cordão umbilical.
O âmnio aparece por volta do sétimo dia de desenvolvimento formando uma bolsa fechada em torno do embrião, a qual contém o líquido amniótico que protege o embrião contra choques mecânicos, desidratação e traumatismos. Um fato curioso é que o feto engole por volta de 500 ml de líquido amniótico cada 24 horas. Após ser absorvido pelo trato digestório esse líquido é devolvido à cavidade amniótica pela urina excretada pelo feto.
O alantóide é uma bolsa de origem endodérmica que contém vasos sanguíneos com funções respiratória e excretora. Na espécie humana o alantóide é rudimentar, fixando a sua porção extra-embrionária juntamente com a porção inicial do cordão umbilical. Acredita-se que o alantóide organiza a formação dos vasos do cordão umbilical.
O córion participa da formação de uma membrana, ou pele, que se apresenta por fora do âmnio e por dentro da decídua capsular. Origina-se a partir do trofoblasto, formando o córion liso e o córion frondoso. Este último forma a placenta.
 
Que legal: a partir da nona semana somos considerados fetos!
O período fetal se inicia 9 semanas após a fertilização e termina com o parto. A data esperada do parto de um feto humano é de 266 dias, ou 38 semanas. 
O período fetal se caracteriza pela diferenciação dos tecidos, sistemas de órgãos, e pelo rápido crescimento do corpo do indivíduo. Há uma diminuição relativa do ritmo de crescimento da cabeça, em comparação com o resto do corpo. Nesta época, o feto já é capaz de manter uma vida extra-uterina, principalmente por causa da maturidade do sistema respiratório.
Nem sempre o embrião se desenvolve normalmente. Considera-se desenvolvimento embrionário normal quando se observam vários processos que se sucedem ordenadamente, de modo que o organismo, ao nascer, seja semelhante aos demais da sua espécie, apenas com exceção dos gêmeos monozigóticos (idênticos). Durante o desenvolvimento embrionário podem ocorrer alterações de maior ou menor intensidade, e o recém-nascido apresentará diferenças significativas em comparação com os demais seres de sua espécie.
São muitas as causas que provocam as anomalias no desenvolvimento embrionário. Verificam-se alterações em níveis moleculares e celulares até a formação anormal, ou mesmo quando não acontece a formação de um ou mais órgãos. Os fatores responsáveis pelo aparecimento de anomalias embrionárias são de origem genética, que podem ser gênico e cromossômico; e de origem ambiental, podendo ser agentes infecciosos, químicos, radiativos e de nutrição.
Algumas vezes, pode acontecer da gravidez ser interrompida antes do seu término. Neste caso, tem-se o aborto. Ao todo são quatro as espécies de aborto: natural, acidental, legal ou permitido e criminoso. 
O aborto natural acontece espontaneamente. Estudos realizados demonstram que 50% de todos os abortos espontâneos conhecidos são resultado de anormalidades cromossômicas. Isso demonstra que a própria natureza se encarrega de eliminá-las. Por isso, o Código Penal não prevê punição para essa espécie de aborto. 
Quando a gravidez é interrompida em conseqüência de algum traumatismo, como por exemplo, uma queda, tem-se o aborto acidental. Neste caso, também de acordo com as leis penais não há punição. 
Existem várias espécies de aborto legal ou consentido: o terapêutico, para salvar a vida da gestante ou quando a gravidez é anormal; o eugenésico ou eugênico, quando há a possibilidade do bebê nascer com defeitos hereditários; o social ou econômico, em casos de família numerosa para não agravar a situação social. 
O código penal brasileiro só permite duas formas de aborto legal: o necessário ou terapêutico que está previsto no art. 128, I, quando praticado por médico, desde que não haja outra forma de salvar a vida da gestante, e o chamado aborto sentimental ou humanitário, previsto no art.128, II, quando a gravidez é resultado de estupro.
O teor do Decreto-lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940, classificado no Título “Dos Crimes Contra a Pessoa” e no capítulo “Dos Crimes Contra a Vida”, deixa claro que a defesa gira em torno da vida do feto, não considerando a vida independente e sim o fruto da concepção, o que é suficiente para ser protegido.
Dos direitos naturais do homem, o primeiro deles é o direito de viver. O primeiro dos deveres é proteger e defender o seu primeiro direito, que é a vida. Mas o que é ter direito à vida? O que o zigoto tem em comum com um bebê recém-nascido e com um ser humano adulto, que seria suficiente para atribuirmos a ele, igualmente, o direito à vida?
 
Veja algumas punições dispostas do Código Penal Brasileiro em relação ao aborto. (JESUS, 2000)
a) Aborto provocado pela gestante ou com o seu consentimento:
Na primeira parte do art. 124 a pena de detenção prevista para o auto-aborto ou aborto consentido é de 1 (um) a 3 (três) anos. O sujeito ativo é tão-somente a mulher grávida que provoca a ação por qualquer que seja o meio utilizado. Na segunda parte, a gestante é incriminada pela ação praticada, ou seja, em consentir o aborto praticado por pessoa diversa.
b) Aborto provocado por terceiro:
Quando o aborto acontece sem o consentimento da gestante, a pena prevista de reclusão de acordo com o art. 125 é de 3 (três) a 10 (dez) anos. Pode haver violência física, grave ameaça, simulação ou fraude (drogas abortivas alegando serem remédios, anestésicos, etc.). A ameaça de abandono, caso a mulher não faça o aborto, ou promessa de casamento imediato, caso ela faça, também são hipóteses de não consentimento.
No caso da pessoa que provoca o aborto com o consentimento da gestante, de acordo com o art.126, a pena prevista de reclusão é de 1 (um) a 4 (quatro) anos. Nesse caso vale o consentimento, expresso ou tácito, do início ao fim da conduta. Ainda o art. 126, contempla a violência presumida quando a mulher vitima do aborto é menor de 14 anos, alienada ou débil mental, nesse caso aplica-se a pena do artigo 125.
c) Forma qualificada:
Trata-se de um crime qualificado pelo resultado em que o agente responde pela conseqüência mais grave obtida, sem importar se houve consentimento ou não da vítima. Para esse caso são previstas as penas cominadas nos arts. 125 e 126 com aumento de um terço se a gestante sofrer lesão corporal de natureza grave; se a gestante morrer, as penas são duplicadas.
 
Diante dessas indagações é possível distinguir três posicionamentos relativos ao aborto: liberais, conservadoras e moderadas (SPEBER, 2003). 
a) Posições liberais ou permissivas: os que se enquadram nesta posição, consideram que é no momento ou após o nascimento que o ser humano adquire seus direitos plenos que devem protegê-lo do homicídio. Nesta concepção, o aborto não é um “assassinato” de uma pessoa viva, e sim de um intruso do corpo da mãe. O embrião ou feto pode ser comparado a um tumor que deve ser extraído quando achar-se necessário. 
Quem tem uma atitude liberal em relação ao aborto considera o corpo como propriedade, possuindo controle e autonomia sobre ele e seus atos. Portanto, a gestante pode realizar o aborto em qualquer momento da sua gravidez, independente do motivo, pois nenhum ser humano tem o direito de forçar o outro a pensar e agir da mesma forma que ele. 
b) Posições conservadoras: quem tem uma atitude conservadora defende a idéia de que a partir da fecundação já existe uma identidade biológica de um novo ser humano, pois é no momento da concepção que a vida se inicia. Aqui são analisadas a personalidade e a individualidade biológica do indivíduo; a pessoa é vista e valorizada como um ser vivo, cuja natureza é humana. Nada, nem ninguém, pode dispor ou destruir uma vida humana inocente. Em qualquer circunstância o aborto não pode ser praticado. Todavia, o feto humano deve ser respeitado e protegido.
c) Posições moderadas: alguns adeptos desta teoria consideram que o feto, a qualquer momento, desde a concepção até o nascimento, pode se beneficiar da proteção do homicídio. Outros, defendem que é no momento da implantação do blastocisto (nidação). 
Desde seu início a vida humana deve ser respeitada, devendo as atitudes serem assumidas em favor da vida. Aceita-se que sejam praticadas algumas espécies de abortos como, por exemplo, para salvar a vida da gestante.
 
O aborto é um assunto muito polêmico e delicado, pois são muitas as contradições de pensamento entre as pessoas. Se por um lado deve-se proteger a vida, como fazer para que essa proteção não seja a destruição de outra vida? Mesmo que a prática do aborto seja liberada, como ficam os sentimentos da mulher após essa experiência traumática?
 
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