10. REGÊNCIAS: UNIDADE AMEAÇADA

A Regência (1831-1840)
O trono brasileiro ficou vago vagou após dom Pedro I o abdicar, já que seu filho ainda não tinha idade suficiente para governar. E enquanto isso, a Assembleia Geral seria responsável de eleger novos regentes para governar o país.
Ainda no mesmo ano, foi criada a Guarda Nacional, por Diogo Feijó, o ministro da justiça. Ela era responsável de defender o comprimento da Constituição e evitar desordens e rebeliões internas. Sem ligações com o Exército, respondia diretamente ao Ministério da Justiça.
Formadas por milícias civis, a Guarda Nacional deveria ter uma unidade em cada cidade ou vila do interior, e o chefe político do lugar quase sempre ocuparia o cargo mais alto de todos, o de coronel, que representava os interesses dos grandes fazendeiros. Isso acabou fortalecendo o poder local dos grandes proprietários de terra.
E assim surgiu o coronelismo, tinha como base o poder local dos coronéis do interior. Antes da Guarda Nacional ser abolida em 1922, o coronelismo teve muito influência na vida política brasileira até meados do século XX.  
 
Revoltas províncias
​As principais revoltas províncias eram interpretadas pelos setores políticos no estado do Rio de janeiro, foi a capital do Império era com um sinal de que foi preciso antecipar a maioridade pelo príncipe Pedro Alcântara para coroa-lo o imperador. Esses setores, acreditavam que somente governante com a autoridade "Legítima" poderiam restaurar a paz no Império. O debate dessa questão que havia começado na Assembleia. 
Em julho de 1840 aos 14 anos de idade. Pedro Alcântara, quando ele foi declarado maior de idade pela Assembleia geral, proclamando geral.
Este processo iria ficar conhecido como "GOLPE DE MAIORIDADE".
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